segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Ícones do Rock com suas Brejas.

JIM MORRISON - The Doors.


MICK JAGUER - The Rolling Stones.


KEITH RICHARDS - The Rolling Stones.


AXL ROSE - Guns and Roses.


Noel Gallagher - Oasis.


Vida longa ao Rock and Roll. Saúde !!!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Minha Cerveja Rock and Roll.

Minha oitava cerveja caseira foi uma "Porter", feita em homenagem a uma de minhas bandas de rock prediletas, KISS.


Rótulo: KISS DARK BEER.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Weihenstephaner Vitus - Viva a Alemanha!

Weihenstephaner Vitus - Degustada em 25/09/2010.

Estilo: German Weizenbock.
Teor alcoólico: 7,7% abv.
Copo ideal: Weizen.
Vitus é uma Weizenbock (elaborada com malte de trigo e cevada). Uma maturação extra nas Adegas do Monastério faz desta Weizenbock uma cerveja realmente especial, com corpo e equilíbrio.


Minha opinião: Cerveja de trigo estilo bock, porém clara, com aroma frutado e paladar refrescante e discretamente amargo, grande presença de álcool, notas de banana, sem sabor tostado, e um final bastante presente e característico, bem complexa. Certamente pertence a categoria das que preciso sempre ter um exemplar disponível em minha "cervejoteca".

Minha homenagem a Escola Alemã de Cervejas vem com uma foto em homenagem a Escola Alemã de Futebol, duas tradições mundiais.

Foto: Imagens da inesquecível Seleção Alemã, Campeã Mundial em 1974.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Censura não combina com cerveja e rock and roll.

Política não combina com boa cerveja, mas o Rock and Roll tem historicamente o poder de questionar políticos e governos, em todo o planeta. A banda brasileira Titãs criou um clássico do rock politizado, a música "Vossa Excelência"
Em momento eleitoral vale a pena ver o vídeo:


O Brasil é um país democrático, com liberdade de expressão! Caso você acredite neste pensamento, você já conhecia a música "Vossa Excelência" dos Titãs? E se conhecia, quantas vezes ouviu a música na televisão ou no rádio? Pense bem e pare um minuto,..., você ainda acredita que vivemos em um país de pensamentos livres?

sábado, 18 de setembro de 2010

Uma foto, um mito, muitas saudades.


Foto: Calçada da fama - Maracanã - Rio de Janeiro (RJ)- Brasil.
(Acervo pessoal de Tarcísio Vascão).

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Chopp Artesanal em São Paulo.


Cervejeiros amigos, que estão cansados de beber as famigeradas cervejas populares brasileiras e tulipas de chopp sem alma e sem corpo, uma boa opção em São Paulo é a Cervejaria Braugarten. Lá encontramos uma boa opção de cervejas importadas, muitas delas puro malte, além é claro do chopp artesanal da casa.


Conhecemos as duas opções de chopp da casa, o chopp claro "estilo pilsen" e o escuro.


O chopp Braugarten claro é muito bom, corpo, aroma e amargor pouco comum ao chopp comercial brasileiro, vale muito experimentar, não perca. O chopp escuro tem aroma e corpo interessantes, porém pecando pelo sabor mais adocicado, lembrando a tradição brasileira de exagerar no caramelo das cervejas escuras. Na minha opinião vale só para conhecer, por isso indico repetir preferencialmente o chopp Braugarten claro!


Para degustar um chopp paulistano, que tal uma banda símbolo do rock paulistano, o IRA, mandando ver no clássico "Dias de Luta". Som na caixa!

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Brooklyn Brown Ale - Uma excelente representante da escola americana de cervejas.


Cervejaria Brooklyn - New York - USA.
Cerveja Estilo Brown Ale.
Teor alcoólico: 5,6% ABV.

Maravilhosa combinação de lúpulos com malte torrado, certamente uma das melhores cerveja do estilo Brown Ale. Muito equilibrada e com aroma bastante interessante, com carbonatação e corpo médios. Toques de caramelo com final seco e amargo, percebendo-se café e chocolate de forma suave.

Para acompanhar a degustação da Brooklyn Brown Ale sugiro um vídeo de uma típica banda americana de "Glam Metal", estilo típico do Heavy Metal de Los Angeles nos anos 80. A banda Motley Crue, ao vivo no US Festival, mandando ver na versão pesada do clássico dos Beatles, a antológica "Helter Skelter". Saúde!

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sábado, 7 de agosto de 2010

Otro Mundo Nut Brown Ale.



Cerveja artesanal argentina "garimpada" durante estadia em Buenos Aires.
Tipo: English Brown Ale.
Teor alcoólico: 6% abv.

Descrição da cerveja (espanhol): Utilizando los más nobles ingredientes naturales, nuestros maestros cerveceros aprovecharon la experiencia de generaciones para lograr esta cerveza oscura de fermentación alta, con reminiscencias de chocolate amargo, tonos acaramelados y sabores ligeros a cereal tostado y frutas secas.

Minha opinião: Cerveja boa, com toques de caramelo e chocolate, corpo médio, com amargor discreto, e que tem no paladar tostado seu grande destaque.

Para acompanhar a Otro Mundo Nut Brown Ale, sugiro um vídeo do encontro entre Guns and Roses e a banda Aerosmith, coisa do outro mundo!

Curtam:
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sábado, 31 de julho de 2010

Buller Brewing Company - Buenos Aires - Argentina.



Buenos Aires, famosa pelos seus vinhos, também tem tradição em cervejas artesanais.
A cervejaria Antares, por exemplo, já é bastante conhecida, inclusive fora do país, apesar do domínio de mercado da argentiníssima e comercial Quilmes.
A nossa viagem para Buenos Aires, em plena Copa do Mundo de 2010, não poderia deixar fora do roteiro uma visitação a um local cervejeiro típico, no caso o Brew Pub Buller, localizado no coração boêmio da Recoleta.

Experimentamos os seis tipos de cerveja da casa, alguns em generosos Pints, e o destaque ficou para a Honey Beer, certamente a melhor artesanal com base de mel que já tomei, refrescante e complexa. A Oktoberfest também é maravilhosa, merecendo nossa repetição. De todas, a menos interessante foi a Hefeweissen, decepcionando meu paladar, apaixonado por cervejas de trigo. Agora, todas as seis dão de vinte a zero nas monopolistas brasileiras feitas com os famigerados cereais não maltados.

Foto: O famoso Kit degustação da Buller.

Final de semana de Copa do Mundo, e acompanhamos a vitória da Argentina sobre o México pelas Oitavas-de-finais do Mundial. Certamente não poderíamos deixar de presenciar a festa dos argentinos em pleno Obelisco, local tradicional das comemorações futebolísticas em Buenos Aires.

Futebol e cerveja artesanal, tudo a ver!

Dica: Amigos, quando forem para Buenos Aires, não fiquem somente nos vinhos, conheçam algumas cervejas artesanais argentinas!

Fotos: Arquivo pessoal de Tarcísio Rezende (Vascão).

terça-feira, 13 de julho de 2010

13 de Julho - Dia do Rock.

Foto: Palco do Live Aid no Estádio de Wembley - London - 1985.

Foto: Freddy Mercury, vocalista do QUEEN, astro maior do Live Aid.

Há 25 anos, 13 de julho é dia de comemoração para os fãs de rock and roll. A data para a celebração foi escolhida porque neste dia, em 1985, aconteceu o Live Aid, festival com espetáculos simultâneos na Inglaterra e nos Estados Unidos e que tinha como objetivo arrecadar dinheiro para as pessoas que sofriam com a fome na Etiópia. O festival reuniu nomes de peso, como Led Zeppelin e Queen, e ainda contou com milhões de telespectadores, que assistiram de suas casas os monstros do rock unidos em prol de uma causa nobre.

Foto: Antologia com o reencontro do LED ZEPPELIN.

Mas a história do rock começa muito antes da década de 80. O ritmo nasceu na década de 50 e, ironicamente, já foi declarado morto uma centena de vezes. Mas verdade seja dita: o rock nunca morreu, e provavelmente nunca morrerá, já que é um dos estilos de música com maior habilidade para se reinventar a cada década.

Foto: Diana, Charles e Bob Geldof na abertura do Live Aid.

O rock é daqueles ritmos difíceis de classificar, ele não tem uma só cara, muito menos um só acorde. Vai das baladinhas dos primeiros anos dos Beatles, nos anos 60, até os sons distorcidos do punk nos anos 80. Ele começa com o rebolado de Elvis, nos anos 50, e vai até os gritos de Kurt Cobain nos anos 90. Tudo isso sem escala, sem parar para pensar. O rock é assim, multifacetado.

sábado, 3 de julho de 2010

Cervejas "Pé frio".

As campanhas publicitárias de gosto bastante duvidoso das cervejas brasileiras criaram nesta Copa do Mundo um apelo exagerado de rivalidade com a Argentina, totalmente artificial e desnecessário. Cervejas que tentam convencer de sua qualidade em propagandas que envolvem a emoção com um humor de terceira categoria, mas que na verdade não seguem as Leis de Pureza das Cervejas Puro Malte, entupindo os brasileiros com seus cereais não malteados.

Os argentinos criativamente estão respondendo a provocação gratuita, vejam o vídeo:
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Curioso, uma das nossa cervejas "populares" já tinha prontinho o comercial da derrota para a Holanda, enaltecendo a Copa de 2014. Isso é que é confiança na nossa seleção!!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cerveja e Copa Mundo, tudo a ver!

Amigos, estive em cinco Copas do Mundo, mas a da Alemanha em 2006 foi certamente a mais cervejeira de todas. Entre muitas histórias, escolhi uma de Munique, Capital da Cerveja, para publicar no blog. Viva a Copa do Mundo!!



Copa da Cerveja.

Alemanha 2006, a Copa do Mundo no país da cerveja. Admirador da bebida, optei pela estadia em Munique, terra da famosa Oktoberfest, e centro da maioria das grandes cervejarias do país.

A rotina dos torcedores presentes ao Mundial sempre estava relacionada com a cerveja, nas suas maravilhosas variedades, e nomes como Weiss, Weizen, Bock, Pilsen, Rauchbier, Kölsch, entre outros, faziam parte das comemorações ou lamentações das torcidas de todos os países participantes. A “generosidade” dos grandes copos e canecos alemães, muitos com capacidade de 1 litro, transformavam os encontros das torcidas em momentos de risos, dança e confraternização, uma “Torre de Babel alcoolizada”.



Lembro de muitos momentos divertidos, mas o destaque de minhas participações nas festas das torcidas aconteceu em Munique, no dia 24 de junho de 2006, quando pelas oitavas-de-final a cidade recebeu o jogo Alemanha 2 x 0 Suécia. O dia foi todo especial, um clima de festa iniciado já no café da manhã dos hotéis, e que rapidamente tomou conta das ruas e parques. Estádio Allianz Arena lotado, assim como os telões espalhados pela cidade.

A bela exibição da seleção anfitriã, vencendo os fortes suecos com dois gols de Podolski, foi a senha que faltava para transformar Munique em um gigantesco baile de Carnaval, sem samba mas com muita música típica da região da Bavária. E nossa escolha para comemoração pós-jogo não poderia ter sido melhor, a tradicional cervejaria Hofbräuhaus München, uma das referências mundiais para a cerveja “puro malte”, característica da “Lei de Pureza” das cervejas alemãs, que diferentemente de muitas cervejas comerciais brasileiras, não mistura cereais não maltados como milho e arroz, valorizando a pureza e o sabor dos maltes de cevada e lúpulos.



Os momentos dentro da cervejaria são inesquecíveis, torcedores de quase todas as seleções com suas camisas e bandeiras, dançando juntos, subindo em cima das longas mesas de confraria, ao som de uma típica e animada banda bávara. O momento da entrada de um grupo de torcedores suecos no recinto da Hofbräuhaus simbolizou muito bem o espírito de confraternização e “Fair play” que envolve as Copas do Mundo. Derrotados e eliminados do torneio, chegaram cantando, sorridentes e fantasiados, entrando rapidamente no “baile”, sendo recebidos com aplausos e gritos de “Lukas Podolski”, provocação pacífica seguida das gargalhadas de todos os torcedores.

A Copa de 2010 tem tudo para ser mais um grande momento de paz e festa, não somente na África do Sul, mas também aqui no Brasil, e para isso os torcedores devem comemorar muito, mas sempre com respeito ao próximo e às diferenças, lembrando também de uma regra básica: se beber, não dirija!

Fotos: Acervo pessoal de Tarcísio Vascão.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Guns and Roses ao Vivo em São Paulo - O digno retorno do mito Axl Rose.

Foto: Axl Rose ao vivo.

Foi diante de um Palestra Itália lotado --38 mil pessoas no total, segundo a organização do evento-- que o Guns N' Roses começou, por volta das 0h45 deste domingo (14) em São Paulo, o terceiro show da turnê de "Chinese Democracy" no Brasil, que já passou por Brasília e Belo Horizonte.

Antes disso, porém, as bandas paulistanas Rock Rocket e Forgotten Boys aqueceram os ânimos da volumosa plateia para a entrada de Sebastian Bach, convidado de Axl Rose para abrir os cinco shows do Guns no país. O músico subiu ao palco às 21h45 e, ao lado de sua banda de apoio, fez uma apresentação muito decente. Empolgado, Bach mostrou o ânimo dos tempos de Skid Row e, durante 1h30, apresentou hits de sua antiga banda, além de algumas canções de "Angel Down", seu novo álbum solo.

Após muita espera por parte dos fãs, o Guns N' Roses apareceu quase à 1h da manhã para fazer seu terceiro show no país. Pouco após iniciar a apresentação com "Chinese Democracy", Axl interropeu o show para brigar com alguém do público, ameaçando que ele e seus "rapazes poderiam ir embora a qualquer momento". Passada a tensão, o show seguiu com três hits na sequência: "Welcome To The Jungle", "It's So Easy" e "Mr. Brownstone".
Foto: Superpalco do Guns.

Axl Rose esbanjou bom humor e simpatia e, apesar de sua fama de difícil, conversou com o público, sorriu, arranhou no português e até pediu para que as pessoas não se amontoassem com exagero na frente do palco, para que "todos tivessem uma grande noite". O líder do Guns também se explicou sobre o fato de não ter aparecido na apresentação surpresa que a banda faria nesta quinta (11) em SP. "Eu estava com a voz muito ruim e tinha que pensar em qual show deveria fazer. Decidi dar prioridade a vocês. Eu não conseguiria dizer 'não' a todos vocês", comentou, arrancando aplausos dos fãs.

Mas o que mais chama a atenção é a voz de Axl. A intensidade presente no começo da apresentação, quando o vocalista alcança agudos invejáveis, logo dá lugar a uma voz frágil, distante daquela que fez dele um vocalista singular. Talvez pelo grande número de canções no setlist, o cantor de 48 anos não conseguiu manter a voz e, após uma dezena de músicas, apresentou cansaço e fraqueza nas cordas vocais, que mais tarde se tornariam uma rouquidão da qual o próprio Axl se desculpou.

Ainda assim, é inegável a força de canções como "Sweet Child O' Mine", "November Rain" e "Patience" --os melhores momentos da apresentação ao lado das covers "Live And Let Die" e "Knockin' On Heaven's Door"--, principalmente quando executadas junto das faixas mais arrastadas de "Chinese Democracy", o trabalho mais recente de Axl com a banda. A extensa apresentação terminou por volta das 3h20 com o hit "Paradise City" e uma chuva de serpentina e papel picado.

Fonte: FLÁVIO SEIXLACK (UOL MÚSICA).

Veja as músicas tocadas pelo Guns N' Roses em São Paulo:

"Chinese Democracy"
"Welcome To The Jungle"
"It's So Easy"
"Mr. Brownstone"
"Sorry"
"Better"
Solo de Richard Fortus
"Live And Let Die"
"If The World"
"Rocket Queen"
Solo de Dizzy Reed
"Street Of Dreams"
"I.R.S."
Solo de DJ Ashba
"Sweet Child O' Mine"
"You Could Be Mine"
Solo de Axl Rose no piano
"November Rain"
Solo de Bumblefoot
"Knockin' On Heaven's Door"
"Nightrain"

"Madagascar"
"Shackler's Revenge"
"This I Love"
"Patience"
"Paradise City"

Depoimento de um fã - Tarcísio Vascão:
Tive o privilégio de assistir ao vivo três shows do Guns and Roses.
O primeiro foi antológico, no auge da banda, ainda com Slash e Axl genial e jovem, durante o Rock in Rio II. O mundo se curvava para os "malucos" do Guns. (Nota 10).
O segundo show foi deprimente, no Rock in Rio III, com Axl gordo feito um porco, bebendo 2 garrafas de tequila por dia na piscina do Copacabana Palace (fonte: informação de jornais da época). Sem voz, sem fôlego e sem identidade. (Nota 5).
Felizmente veio o show de 2010 e Axl, mesmo sem a mesma voz da juventude, recuperou sua alto estima, bem preparado fisicamente e com uma ótima banda para segurar o mais puro Rock and Roll, marca registrada do Guns. (Nota 9).
Uma verdadeira redenção de um dos últimos "rock stars" da história da música. Os fãs do rock and roll agradecem!!!

Shows como o do Guns and Roses merecem cerveja melhor, ninguém merece ser obrigado a consumir a Antarctica Sub-Zero. Promotores, vamos melhorar as cervejas dos shows de rock! Saúde!!!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Devassa Bem Loura - Cerveja péssima, que atravessa o samba e o rock and roll.

O Carnaval 2010 serviu de lançamento de uma nova cerveja, a "Devassa Bem Loura".



A campanha publicitária do lançamento da cerveja, realizada durante o Carnaval Carioca, foi muito agressiva, invadindo todos os lugares da "Cidade Maravilhosa".
A imagem da ricaça internacional Paris Hilton foi a escolhida para a invasão da mídia. E a presença da loura agitou a Marquês de Sapucaí, que como sempre aprontou das suas.



Experimentamos a "Devassa Bem Loura" em plena concentração da Sapucaí, momentos antes do desfile pela G.R.E.S. Império Serrano. E concluímos que falta malte, falta lúpulo, falta sabor, só serve mesmo para hidratar e combater o calor.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Homenagem a cerveja, licença poética do Carnaval.

A cerveja permite ao Rock and Roll dar uma licença poética para o Samba de Enredo.
Em 1985, a tradicional G.R.E.S.Império Serrano fez uma bela homenagem a nossa amada cerveja, e o enredo escolhido resume muito bem toda nossa paixão pela bebida dos faraós, "SAMBA, SUOR E CERVEJA, O COMBUSTÍVEL DA ILUSÃO"

Vejam a letra do samba:
Império Serrano (RJ) - Samba Enredo 1985.

Nesta festança eu vou (eu vou)
De mão dada à poesia
Debruçado num verde esperança
Num branco que deixa herança
Nos caminhos d'alegria
Quero cantar, sambar, suar, me embriagar
Ser feliz, bem feliz
Desfrutar das coisas lindas
Que existem ainda neste meu país

Alegria, alegria, meu amor
De peito aberto aqui estou (bis)

Cada gota de suor (que cai)
É um pingo de felicidade
No néctar dos deuses flutuando
Na espuma me banhando
Encontrei mil realidades
Coisas daninhas serão banalidades

Quem vem do lado de lá
Assistir à nossa batucada
Se trouxer no peito tristeza
Que afogue lá na mesa
Numa cerva bem gelada

Já coloquei na pedreira
Cerveja preta para o Rei Xangô
Cerveja branca também coloquei na mata
A noite inteira "Seu" Ogum bebericou
Quem canta o mal espanta
Explode coração
No combustível da ilusão

Haja frio ou calor
Cervejando lá se vai o dissabor (bis)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Metallica ao vivo - Super Show de banda clássica comprova o poder do Metal.

ESTÁDIO DO MORUMBI (SP) - BRASIL - DIA 30 de Janeiro de 2010.



Muita água rolou por debaixo da ponte que o Metallica caminhou durante os 11 anos que não passou pelo Brasil. As dificuldades enfrentadas pelo grupo durante as gravações do disco "St. Anger" (2003) e documentadas no filme "Some Kind Of Monster" parecem já distante da banda que voltou ao país nesta semana com um novo show. Ao vivo e comemorado com fogos de artifício, o Metallica mostrou que sobreviveu às tempestades ao subir no palco do estádio Morumbi, em São Paulo, para tocar neste sábado (30) frente a cerca de 68 mil pessoas.

Onze anos depois, Kirk Hammett ainda é o dono dos riffs e James Hetfield tem a mesma voz forte e potente de sempre, apesar das rugas que o telão gigantesco insiste em focar. Lars Ulrich é agressivo na bateria e continua sendo o maestro do Metallica, e Robert Trujillo acompanha com competência no baixo, apesar de ainda não ser nenhum Jason Newsted ou Cliff Burton no palco.

A turnê é do disco "Death Magnetic", de 2008 e responsável por recolocar a América do Sul no mapa da banda, mas o que rege as mais de duas horas de show são mesmo os clássicos, todos lançados até 1991, quando a banda colocou nas lojas seu famoso álbum preto. "Load" (1996), "Reload" (1997) e o próprio "St. Anger", composto em um período turbulento e de reconstrução interna, foram ignorados e a ausência pouco sentida. O início do show é aquele mesmo do DVD ao vivo "Orgulho Paixão e Glória", que recebeu disco de platina duplo pelas 60 mil cópias vendidas no Brasil: um trecho de "The Ecstasy of Gold", de Ennio Morricone, acompanhada da projeção de uma cena emblemática do faroeste "Três Homens em Conflito", de Sergio Leone, no telão. Essa é a introdução para que a banda apareça em cena trazendo os clássicos "Creeping Death" e "For Whom The Bell Tolls", ambas do segundo disco "Ride the Lightning" (1984).

Daqui em diante, quase tudo muda de um show para outro. Para esta primeira de duas apresentações em São Paulo a banda trouxe "The Four Horsemen", do estreante "Kill 'Em All" (1983), e encaixou "Harvester of Sorrow" na sequência. Depois do estrondo, a calmaria veio com "Fade To Black", para só então mostrar material novo. De "Death Magnetic", quatro músicas fizeram as honras: a sequência já obrigatória "That Was Just Your Life", "The End of The Line" e o single "The Day That Never Comes", e "Broken, Beat & Scarred". Ao mostrar o que foi feito de mais recente no estúdio, Hetfield se sentiu à vontade para perguntar: "vocês gostam do disco? Vocês têm o álbum?". As respostas foram afirmativas. Quem, afinal, se arrisca em admitir o download do material frente à banda que já abriu processo contra a divulgação de música grátis na internet? Os hinos do Metallica vieram metralhados em "Sad But True" (dedicada aos "amigos" do Sepultura, que abriram o show), "Master of Puppets", "Nothing Else Matters", "One" (introduzida por uma sequência de fogos de artifício e lança-chamas no palco) e "Enter Sandman", que fechou a primeira parte da apresentação e tirou a banda de cena.



Kirk Hammett voltou sozinho ao palco para o bis protagonizando seu momento solo, com um blues na guitarra. Quando toda a banda ressurgiu, Hetfield anunciou o momento já conhecido pelos fãs, mas sempre imprevisível. "Sempre tocamos nessa hora uma música de uma banda que influenciou o Metallica. Essa banda é Queen", disse o vocalista ao emendar "Stone Cold Crazy". Seguida por "Motorbreath", o encerramento, sim, foi previsível. "Essa tem só três palavras: 'Seek and Destroy'", disse o vocalista enquanto a multidão já gritava pelo título da música. Para se despedir do público, o Metallica trouxe fogos de artíficios e presentou os fãs --a quem Hetfield chama de "amigos"-- com uma chuva de palhetas decorativas da turnê "World Magnetic Tour". Mesmo depois de cumprir a missão de "fazer as pessoas se sentirem bem", anunciada no ínicio do show, os músicos pareciam não querer ir embora e permaneceram por alguns minutos no palco após o show. "Espero que a gente não demore outros 11 anos para voltar ao Brasil", disse Lars para Hetfield completar: "Até amanhã, São Paulo".



Fonte do texto: Mariana Tramontina - Redação do UOL Música.

Fotos: Tarcísio Vascão.



Veja as músicas que o Metallica tocou em São Paulo:
"Creeping Death"
"For Whom the Bell Tolls"
"The Four Horsemen"
"Harvester of Sorrow"
"Fade to Black"
"That Was Just Your Life"
"The End of The Line"
"The Day That Never Comes"
"Sad But True"
"Broken, Beat & Scarred"
"One"
"Master of Puppets"
"Blackened"
"Nothing Else Matters"
"Enter Sandman"
bis
"Stone Cold Crazy" (cover do Queen)
"Motorbreath"
"Seek and Destroy"

Viva o Metal! Viva o Rock and roll!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Harmonização antológica.

As festas de final de ano, principalmente o Natal, permitem momentos variados de degustação e sabores diferenciados. Em 2009 não foi diferente, e dentre as diversas maravilhas, posso afirmar tranquilamente que a harmonização de castanhas portuguesas com a cerveja belga Gouden Carolus Easter foi o destaque, simplesmente inesquecível, a cerva completando o sabor das castanhas, e o aroma tomando conta dos nossos sentidos.



A Gouden Carolus Easter é uma cerveja de coloração âmbar e colarinho claro. Em sua produção são utilizados diversos tipos de maltes e três diferentes especiarias. Seu aroma é frutado com notas de damasco. Seu final é longo, doce e seco. Antes de 2007, a Gouden Carolus Easter era uma cerveja escura.
Família: Ale.
Tipo: Strong Ale.
Graduação Alcoólica: 10,50% vol.
Minha nota para a cerveja: 10 !! sensacional!!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Preste atenção - Vamos mudar a cerveja do Brasil! - artigo da Folha de SP.

A cerveja: bebendo gato por lebre *
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE
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"É inexplicável que sejam tão omissas as autoridades brasileiras quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo"
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O BRASIL é o quarto maior produtor de cerveja, com pouco mais de 10 bilhões de litros por ano. A China é o maior de todos, com 35 bilhões, e os EUA são o segundo, com 24 bilhões. A Alemanha vem em terceiro, com uma produção apenas 5% maior que a brasileira.Segundo norma autorregulatória da indústria cervejeira alemã, a cerveja é composta única e exclusivamente por apenas três elementos, cevada, lúpulo e água, tendo como interveniente um fermento. Tradicionalmente, o termo malte designa única e precisamente a cevada germinada.
O malte pode substituir a cevada total ou parcialmente. A malandragem começa aqui. Com frequência, lê-se em rótulos de cervejas a expressão "cereais maltados" ou simplesmente "malte", dissimulando assim a natureza do ingrediente principal na composição da bebida.Com a aplicação desse termo a qualquer cereal germinado, a indústria cervejeira pode optar por cereais mais baratos, ocultando essa opção.O poder da indústria cervejeira no Brasil (lobby, tráfico de influência etc.) deve ser imenso.
Basta lembrar que convenceram as autoridades (in)competentes nacionais de que não estavam violentando normas que regulam a formação de monopólios ao agregar Brahma e Antártica -o que constituiria então cerca de 70% do consumo nacional- com o argumento de que só assim poderiam concorrer no mercado globalizado. Mas depois foram gostosamente absorvidas por uma multinacional do ramo, certamente uma forma sutil de realizar a concorrência prometida. E não foi tomada nenhuma providência. Aliás, sempre que aparecia no cenário uma empresa nascente que, pela qualidade, pudesse despertar no brasileiro uma eventual discriminação quanto ao sabor, era ela acuada por todos os meios possíveis e finalmente absorvida, e sua produção, reduzida ao mesmo nível da mediocridade dos produtos das duas gigantes.
Aparentemente, o receio era o de que a população cervejeira, ao ser exposta a diferentes e mais sofisticados exemplos, desenvolvesse algum bom gosto e, consequentemente, passasse a demandar cerveja de qualidade.A cerveja brasileira (com pequenas e honrosas exceções) é como pão de forma: mata a sede, mas não satisfaz o paladar exigente.
Para esclarecer a questão da má qualidade da cerveja brasileira, vamos fazer alguns cálculos.
A produção nacional de cevada tem ficado nos últimos anos entre 200 mil e 250 mil toneladas, das quais entre 60% e 80% são aproveitados pela indústria cervejeira. Essa produção agrícola tem sido suplementada por importação de quantidade equivalente. Em média, portanto, cerca de 400 mil toneladas de cevada são consumidas na indústria da cerveja no Brasil, presumindo-se que quase toda a importação tenha essa finalidade.O índice de conversão entre a cevada e o álcool é, em média, de 220 litros por tonelada. Como as cervejas brasileiras têm um teor de álcool de 5%, podemos concluir que seria necessário que houvesse pelo menos seis vezes a quantidade de cevada hoje disponível para a indústria nacional da cerveja. Portanto, a menos que um fenômeno semelhante àquele do "milagre da multiplicação dos pães" esteja ocorrendo, o álcool proveniente da cevada na cerveja brasileira representa cerca de 15% do total.
Há pouco mais de duas décadas foi publicado um relatório de uma tradicional instituição científica do Estado de São Paulo segundo o qual análises de cervejas brasileiras mostravam que um pouco menos que 50% do conteúdo da bebida era proveniente de milho (obviamente sem considerar a água contida).Como o índice de conversão de grão em álcool para o milho é 80% maior que para a cevada, podemos considerar que a conclusão do relatório em questão atua como álibi, pois satisfaria normas vigentes. Isso também explica a preferência dos produtores de cerveja pelo milho, pois os preços da tonelada dos dois cereais são aproximadamente os mesmos, apesar de consideráveis oscilações.Esses números permitem, todavia, concluir que o milho (e outros eventuais cereais que não a cevada) constitui, em peso, quase três quartos da matéria-prima da cerveja brasileira, revelando sua vocação para homogeneização e crescente vulgaridade.Outro determinante da baixa qualidade da cerveja brasileira é a adição de aditivos químicos para a conservação. O mal não está só nessa condição, mas na sua necessidade. O lúpulo em cervejas de qualidade, sejam "lagers", sejam "ales", é o componente responsável pela conservação -além, obviamente, de suas qualidades de paladar.
Depreende-se daí que os concentrados de lúpulo usados na cerveja brasileira são de baixa qualidade. O que é inexplicável e de lamentar, entretanto, é que as autoridades brasileiras, tão zelosas para com alimentos corriqueiros, sejam tão omissas quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo e permitam que o cidadão brasileiro beba gato por lebre.

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*ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE* , 78, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha .

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

25 anos do Rock in Rio - 11/01/1985.

O Rock in Rio foi realizado pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, entre 11 e 20 de janeiro de 1985 em área especialmente construída para receber o evento. O local, um terreno de 250 mil metros quadrados que fica na Barra da Tijuca, na divisa com o bairro de Jacarepaguá, ficou conhecido como "Cidade do Rock" e contava com o maior palco do mundo já construído até então: com 5 mil metros quadrados de área, além de dois imensos fast foods, dois shopping centers com 50 lojas, dois centros de atendimento médico e uma grande infra-estrutura para atender a quase 1,5 milhão de pessoas - o equivalente a cinco Woodstocks - que freqüentaram o evento.



Tive o privilégio de viver a primeira e antológica edição do Rock in Rio, na época com os meus 17 anos de idade. Posso afirmar que jamais passarei por uma nova experiência musical e cultural tão intensa e emocionante. Comprei o bilhete que dava direito aos 10 dias de Festival, mas fisicamente só consegui estar presente em 7 dias, mesmo sendo ainda muito jovem, pois chegava à cidade do Rock por volta das 15 horas, e somente retornava para casa com o sol do outro dia já brilhando no inesquecível verão carioca de 1985.
A primeira noite já confirmou o altíssimo nível do Festival, simplesmente com Whitesnake e Iron Maiden abrindo para a banda britânica Queen. Um desfile de monstros sagrados do rock and roll.

Data: 11 de janeiro de 1985.
Público: 300 mil pessoas.
Programação do primeiro dia:
Ney Matogrosso.
Erasmo Carlos.
Baby Consuelo e Pepeu Gomes.
Whitesnake.


Iron Maiden.


Queen.


QUEEN - Sem dúvida alguma o melhor show que assisti ao vivo em minha vida! Estrelas máximas do evento, todos os integrantes do Queen concordaram em qualificar aquela apresentação como uma das cinco mais emocionantes do grupo, e Freddie Mercury qualificava a execução da canção Love of My Life como a melhor jamais feita pela banda. Na época, o grupo inglês estava na turnê do disco The Works.

Abram uma cerveja puro malte e curtam esta inesquecível performance do Queen. Antológica!!!

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

HAPPY 42 BEER - Minha terceira cerveja.

Domingo, dia 22 de novembro, realizamos nossa terceira brassagem, em comemoração ao meu aniversário de 42 anos. E o nome escolhido para a cerveja foi "HAPPY 42 BEER".

FOTO: Rótulo da cerveja.

A receita da cerveja foi baseada no meu estoque restante de insumos, e assim utilizei malte de cevada pilsen e malte de trigo claro, além de lúpulos de amargor e aroma. Assim, não foi escolhido um tipo específico de cerveja, e a produção foi menor do que a habitual, somente 12 litros.

FOTO: Panela já na fase de resfriamento.

O diferencial desta cerveja aparece na fase de fermentação. Decidimos colocar frutas vermelhas (cerejas e amoras) no balde de fermentação, na tentativa de dar um gostinho diferente, e a levedura escolhida foi a S-33, gentilmente fornecida pelo amigo Gustavo Danhone, grande mestre cervejeiro de Ribeirão Preto. Seria a "HAPPY 42" uma fruit beer?

FOTO: Amoras e cerejas já no balde de fermentação.

O tempo proposto para fermentação e maturação foi de 3 semanas, e depois mais 15 dias de segunda fermentação na garrafa.

A cerveja mais uma vez foi feita entre familiares e amigos, que ao final do dia já estavam ansiosos em experimentar a "HAPPY 42" no final do ano.

A degustação na primeira garrafa aconteceu no Natal, e a segunda no Reveillon. Saúde e Feliz 2010 cervejeiro!!!